A janela do meu quarto,
estou mantendo fechada,
não quero te ver passar,
só abrirei a janela
quando vieres pra ficar.
Qual casal de namorados,
à janela debruçados,
nós estaremos a olhar,
com carinhos e risinhos,
a cochichar e comentar
os que passam por aqui...
Por enquanto, o tempo passa
e distante da janela,
divagando, penso em ti.
Suely Ribella ©
25 de jun. de 2011
20 de jun. de 2011
SEM SAÍDA
15 de jun. de 2011
LUA CHEIA
10 de jun. de 2011
TINTIM
A você, minha poesia,
minha fantasia…
Um brinde ao amor!
A você, minha paixão,
minha emoção…
Tintim!
Pra você!
E pra mim!
Suely Ribella ©
5 de jun. de 2011
VENTO NOTURNO
30 de mai. de 2011
COMPORTADA
Comporto-me,
contenho-me,
sinto que é isso
que devo fazer...
mas a vontade
é de correr
e te enlaçar
num abraço
apertado,
descomportado,
um abraço sem fim...
ai de ti,
ai de mim...
Suely Ribella ©
contenho-me,
sinto que é isso
que devo fazer...
mas a vontade
é de correr
e te enlaçar
num abraço
apertado,
descomportado,
um abraço sem fim...
ai de ti,
ai de mim...
Suely Ribella ©
25 de mai. de 2011
SÓ ISSO...
Não quero nada
que me desagrade,
contrarie, faça mal...
quero vida, alegria,
teu amor e teu carinho,
quero água, quero vinho,
quero doce, quero sal...
.
Suely Ribella ©
que me desagrade,
contrarie, faça mal...
quero vida, alegria,
teu amor e teu carinho,
quero água, quero vinho,
quero doce, quero sal...
.
Suely Ribella ©
20 de mai. de 2011
RITMO E SEDUÇÃO
15 de mai. de 2011
SONHOS QUE A GENTE SONHA

Há sonhos que a gente sonha
dormindo, de olhos fechados,
que parecem tão verdadeiros
e nos deixam tão enlevados...
Há sonhos que a gente sonha
e não estamos dormindo,
são sonhos de olhos abertos,
são desejos se definindo...
Há sonhos tão encantados,
tão doces, tão desejados,
como você meu amor,
que é meu sonho mais sonhado!
Suely Ribella ©
10 de mai. de 2011
QUIETO!
Quietinho,
pensando em mim...
quietinho,
lembrando de mim...
quietinho,
que eu quero assim...
Tem que ficar quieto
quando está longe de mim!
.
Suely Ribella ©
pensando em mim...
quietinho,
lembrando de mim...
quietinho,
que eu quero assim...
Tem que ficar quieto
quando está longe de mim!
.
Suely Ribella ©
5 de mai. de 2011
CAMINHANDO
rumando sem caminhos
que me conduzam ao paraíso,
para além do horizonte,
além do arco-íris,
além de mim...
Caminhando, esperando
encontrar o fim
do caminho, da busca,
o começo da vida,
o sonho...
Caminhando, sonhando,
vivendo...
Suely Ribella ©
30 de abr. de 2011
INFERNO
25 de abr. de 2011
JOGO DO FINGIMENTO
20 de abr. de 2011
OUTONO

Esse outono...
estação quase fria,
lembranças, nostalgia,
aperto no coração...
Esse quase silêncio
que fala tão alto
dentro de mim...
Essa transformação,
o cair das folhas, da tarde,
esperança, tardança...
Esse tempo, essa vida,
o desassossego,
tanto quero e não chego
em ti, em teu coração...
Esse não desistir
de viver e ter teu amor...
Esse outono me faz
lembrar, chorar, suspirar,
e sorrir confiante,
de alguma forma,
vitoriosa...
Suely Ribella ©
15 de abr. de 2011
NOSTALGIA
Nostalgia é melodia
só de quem tem sentimento.
Nostalgia é agonia,
é dor, solidão, lamento...
Nostalgia asfixia,
toda a vida desordena.
Nostalgia é poesia
saída da minha pena.
Suely Ribella ©
só de quem tem sentimento.
Nostalgia é agonia,
é dor, solidão, lamento...
Nostalgia asfixia,
toda a vida desordena.
Nostalgia é poesia
saída da minha pena.
Suely Ribella ©
10 de abr. de 2011
S.O.S.

Sinto ainda em minha boca
o gosto dos teus beijos,
e em meu corpo
o prazer dos teus carinhos...
Sinto o calor das tuas mãos...
Ah! Como eu queria
estar contigo agora!
Tenho fome, tenho sede,
que só teus beijos,
teus carinhos,
só tu, mais ninguém,
podes matar...
Vou morrer de fome e sede
porque não vens me socorrer...
e em meu corpo
o prazer dos teus carinhos...
Sinto o calor das tuas mãos...
Ah! Como eu queria
estar contigo agora!
Tenho fome, tenho sede,
que só teus beijos,
teus carinhos,
só tu, mais ninguém,
podes matar...
Vou morrer de fome e sede
porque não vens me socorrer...
Suely Ribella ©
5 de abr. de 2011
REPARA...

Teu prazer
em me deixar triste,
não é a mim que faz mal,
é a ti mesmo...
Teus atos
premeditados,
já não me atingem mais,
mas atingem a ti...
Teu comportamento
já é previsível,
é esperado,
não surpreende mais...
Repara que eu
não deixo de sorrir,
não desanimo,
sigo em frente...
E tu? como estás?
Não precisas me dizer...
eu sei...
Suely Ribella ©
em me deixar triste,
não é a mim que faz mal,
é a ti mesmo...
Teus atos
premeditados,
já não me atingem mais,
mas atingem a ti...
Teu comportamento
já é previsível,
é esperado,
não surpreende mais...
Repara que eu
não deixo de sorrir,
não desanimo,
sigo em frente...
E tu? como estás?
Não precisas me dizer...
eu sei...
Suely Ribella ©
30 de mar. de 2011
INCONDICIONAL
Não me é fácil
aceitar, entender
esse sentimento
tão simples,
tão inexplicável,
que é o amor,
esse amor
incondicional
que sinto por ti...
não me é fácil
viver sem te amar.
Suely Ribella ©
aceitar, entender
esse sentimento
tão simples,
tão inexplicável,
que é o amor,
esse amor
incondicional
que sinto por ti...
não me é fácil
viver sem te amar.
Suely Ribella ©
25 de mar. de 2011
CHOVE...

Essa chuva fina e fria,
traz uma certa tristeza...
Traz saudade, melancolia...
traz uma certa tristeza...
Traz saudade, melancolia...
Medo, aflição, incerteza...
Não sei se é o tempo, a vida,
alguma coisa perdida...
Sempre que chove assim
sinto uma tristeza em mim!
Pensamentos me assaltam
e pra muito longe me levam...
Os vidros da janela embaçados
deixam meus olhos marejados...
Fecho a cortina pra não ver
a chuva que me faz sofrer...
fecho os olhos pra rever
quem não consigo esquecer...
Não sei se é o tempo, a vida,
alguma coisa perdida...
Sempre que chove assim
sinto uma tristeza em mim!
Pensamentos me assaltam
e pra muito longe me levam...
Os vidros da janela embaçados
deixam meus olhos marejados...
Fecho a cortina pra não ver
a chuva que me faz sofrer...
fecho os olhos pra rever
quem não consigo esquecer...
Suely Ribella ©
20 de mar. de 2011
SOFRIMENTO...
Insustentável
a ausência,
o afastamento...
Indecifrável
o código,
o comportamento...
Inexplicável
a dor,
o sentimento...
.
Suely Ribella ©
a ausência,
o afastamento...
Indecifrável
o código,
o comportamento...
Inexplicável
a dor,
o sentimento...
.
Suely Ribella ©
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