Dentro desse mundinho,
em que vives sozinho,
a pensar em mim,
dentro desta lua,
em que vivo tua,
a poetar assim,
felicidade é palavra
que na nossa lavra
não tem sentido,
amor é sonho
não permitido,
que componho
como quero que seja,
a gente deseja,
suspira, recua,
sem que diminua
o sentimento,
o confinamento,
se pode ou não pode,
uma hora explode,
vai tudo aos ares,
pedaços de nós
unidos, aos pares...
Suely Ribella ©
15 de fev. de 2012
10 de fev. de 2012
OSCILAÇÃO
Sol e chuva
brincam,
um vai,
o outro vem,
dia e noite,
combinados,
um vai,
o outro vem,
a gente
não brinca mais,
quase não se fala,
não se vê,
não combina
de ir e vir,
eu não vou,
você não vem...
Suely Ribella ©
brincam,
um vai,
o outro vem,
dia e noite,
combinados,
um vai,
o outro vem,
a gente
não brinca mais,
quase não se fala,
não se vê,
não combina
de ir e vir,
eu não vou,
você não vem...
Suely Ribella ©
5 de fev. de 2012
FUTEBOL
30 de jan. de 2012
PSIU!

Meu amor...
vai até a varanda...
que vento bom, né?
Afagou o teu rosto?
desmanchou o teu cabelo?
ah... fui eu... passei voando...
agora olha pro céu...
tá vendo aquela estrela,
lá longe?
sou eu
olhando pra você...
percebeu uma piscadinha?
foi uma lágrima que caiu
porque estou longe de você...
Sorri, meu amor... pra mim...
Te amo, viu?!
Boa noite...
Suely Ribella ©
25 de jan. de 2012
MÃOS DADAS
20 de jan. de 2012
JURURU
Uma tristeza
instalou-se
nos meus dias.
Dorme comigo,
amanhece,
não me deixa.
O pensamento,
de sombras
se reveste.
Já não sorrio
ao te lembrar,
nem mesmo choro.
Não sei se estou,
se sou,
não sei de ti.
.
Suely Ribella ©
instalou-se
nos meus dias.
Dorme comigo,
amanhece,
não me deixa.
O pensamento,
de sombras
se reveste.
Já não sorrio
ao te lembrar,
nem mesmo choro.
Não sei se estou,
se sou,
não sei de ti.
.
Suely Ribella ©
15 de jan. de 2012
TEUS OLHOS

Teus olhos te traem e é por isso que me evitas...
Distante, falas o que queres (não o que intimamente desejas)...
Olhando dentro dos meus olhos, teus olhos não mentem
e não consegues pronunciar o que na verdade não queres dizer...
Porque olhos nos olhos, tua boca se entrega ao que eles dizem,
se entrega aos meus beijos atendendo aos teus apelos...
Teus olhos dizem que me queres tanto quanto eu te quero...
Teus olhos mostram tua insegurança, teus medos,
não maiores do que a minha insegurança, os meus medos...
Teus olhos mostram o teu desejo, igual ou maior do que o meu...
Teus olhos que penetram minha alma e me desvendam...
Teus olhos são luzes que me seguem aonde quer que eu vá...
Teus olhos são os mais belos e expressivos castanhos que já vi...
Teus olhos, que eu quero que me fitem muito, que me decifrem,
que me dispam, me devorem, que me façam perder o chão...
Teus olhos nos meus... meus olhos nos teus... nós... só nós...
Suely Ribella ©
10 de jan. de 2012
CASTELOS
5 de jan. de 2012
VOU ABRIR UMA JANELA
Vou abrir uma janela
para a casa clarear,
o sol há de entrar por ela,
uma canção vou cantar.
Já não estarei sozinha,
o sol me traz alegria,
e assim bem animadinha,
vou escrever uma poesia.
Quem sabe do tempo eu fale,
ou faça um verso de amor,
quem sabe até eu me cale
em prece, a Nosso Senhor.
Suely Ribella ©
para a casa clarear,
o sol há de entrar por ela,
uma canção vou cantar.
Já não estarei sozinha,
o sol me traz alegria,
e assim bem animadinha,
vou escrever uma poesia.
Quem sabe do tempo eu fale,
ou faça um verso de amor,
quem sabe até eu me cale
em prece, a Nosso Senhor.
Suely Ribella ©
30 de dez. de 2011
ANO VAI, ANO VEM...
25 de dez. de 2011
TU, SÓ TU...
Tua ausência
é frio cortante,
dor lancinante,
a me consumir...
Tua presença
é alegria contagiante,
é felicidade constante,
a me fazer sorrir!
Suely Ribella ©
é frio cortante,
dor lancinante,
a me consumir...
Tua presença
é alegria contagiante,
é felicidade constante,
a me fazer sorrir!
Suely Ribella ©
20 de dez. de 2011
SAUDADE DE MIM

Você sabe o que é saudade?!
Sabe, sim!
É o que você sente
quando fica longe de mim!
É essa "coisa" aí no seu peito
incomodando, inquietando,
deixando você insatisfeito,
sem saber o que fazer,
e que você teima em dizer
que não sabe o que é...
É esse seu pensar confuso
que lhe põe em "parafuso"...
Saudade é essa vontade
de estar perto, falar, ouvir...
vontade de estar junto, sentir...
Saudade é uma tristeza, um vazio,
uma sensação de frio...
Saudade... é difícil definir...
e nem todo mundo
é capaz de sentir...
Só quem tem sensibilidade
sente e sabe o que é saudade...
Você está com saudade de mim...
Pensa que não sei?!
Eu também estou assim...
com saudade de você...
Suely Ribella ©
É o que você sente
quando fica longe de mim!
É essa "coisa" aí no seu peito
incomodando, inquietando,
deixando você insatisfeito,
sem saber o que fazer,
e que você teima em dizer
que não sabe o que é...
É esse seu pensar confuso
que lhe põe em "parafuso"...
Saudade é essa vontade
de estar perto, falar, ouvir...
vontade de estar junto, sentir...
Saudade é uma tristeza, um vazio,
uma sensação de frio...
Saudade... é difícil definir...
e nem todo mundo
é capaz de sentir...
Só quem tem sensibilidade
sente e sabe o que é saudade...
Você está com saudade de mim...
Pensa que não sei?!
Eu também estou assim...
com saudade de você...
Suely Ribella ©
15 de dez. de 2011
VIVO-TE

Penso-te...
e pensando vou
de um lado a outro,
trafegando
entre alegrias e tristezas,
passando
por ilusões e decepções,
circulando
entre sonho e realidade,
e na realidade
sonho-te...
Sonho-te...
e sonhando vou
a longínquas paragens,
conhecendo
o que não foi visto,
revendo
o que não foi sentido,
aprendendo,
o que não foi vivido,
e vou me encantando contigo,
sem lembrar da vida
que para trás ficou...
.
Suely Ribella ©
10 de dez. de 2011
LOUCURA E ARTE
5 de dez. de 2011
LEVIANDADE

... e o cursor
passeia
pelo teu rosto,
num vai e vem
calmo e sem fim,
a te contornar...
O pensamento
entorpecido
fita teus olhos,
te advinha
inteiro...
Abandono o mouse,
e com meu dedo
contorno tua boca,
salivo,
e num gesto
impensado,
fecho os olhos...
te sinto...
E me deixo ficar
nesse torpor,
com tua voz,
tua respiração...
e já não respondo
por mim...
Suely Ribella ©
30 de nov. de 2011
A MINHA SAUDADE

Tem dias em que a saudade
bate tão forte...
Que chega a doer o peito,
o coração, a alma...
Inútil querer segurar as lágrimas...
E como não há outro jeito,
busco forças nas lembranças...
E depois de tantos encontros
no meu pensamento,
a dor vai passando
e vem a calma...
Esse amor que me faz
tanto bem nuns dias,
noutros faz tanto mal...
Já não me pergunto mais
o porquê de tanto amor...
Não encontro respostas...
Suely Ribella ©
bate tão forte...
Que chega a doer o peito,
o coração, a alma...
Inútil querer segurar as lágrimas...
E como não há outro jeito,
busco forças nas lembranças...
E depois de tantos encontros
no meu pensamento,
a dor vai passando
e vem a calma...
Esse amor que me faz
tanto bem nuns dias,
noutros faz tanto mal...
Já não me pergunto mais
o porquê de tanto amor...
Não encontro respostas...
Suely Ribella ©
25 de nov. de 2011
TEU NOME
O teu nome num papel,
por extenso, abreviado,
escrito acima do meu,
escrito abaixo, ou do lado,
numa árvore, na areia,
num coração desenhado,
um nome que me enternece,
teu nome é quase uma prece...
Teu nome pronunciado,
em voz clara, com firmeza,
num sussurro, suspirado,
tem gosto de framboesa,
que o meu sentir saboreia,
um nome que me enlouquece,
deixando o corpo excitado,
teu nome leva ao pecado...
Suely Ribella ©
20 de nov. de 2011
QUANDO CAMINHAS...
Caminhando na praia sem destino,
a conversar com as ondas, distraído,
querias outra vez ser um menino,
brincar feliz com um barco colorido...
Caminhando na praia sem destino,
sozinho e sem vontade de falar,
às vezes a sonhar que és pequenino,
no meu colo querias descansar...
Quiseras pela praia ao caminhar,
sorrir, cantar e até ganhar um beijo,
talvez, se conseguisses me encontrar...
Caminhas pela praia, vais a esmo,
te impedes de seguir o teu desejo,
esquecido de olhar para ti mesmo.
Suely Ribella ©
a conversar com as ondas, distraído,
querias outra vez ser um menino,
brincar feliz com um barco colorido...
Caminhando na praia sem destino,
sozinho e sem vontade de falar,
às vezes a sonhar que és pequenino,
no meu colo querias descansar...
Quiseras pela praia ao caminhar,
sorrir, cantar e até ganhar um beijo,
talvez, se conseguisses me encontrar...
Caminhas pela praia, vais a esmo,
te impedes de seguir o teu desejo,
esquecido de olhar para ti mesmo.
Suely Ribella ©
15 de nov. de 2011
FASCINANTE
10 de nov. de 2011
SELVAGENS
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