Um mundo de sorrisos e alegria,
sem vícios, sem doenças, sem maldade,
sem falta de afeto e compreensão...
Um mundo sem carências, sem inveja,
sem esmolas, sem migalhas, só fartura,
sem guerras, sem violência, só de amor.
Criei um mundo louco, impossível.
Meu mundo só ficou na fantasia.
Suely Ribella ©
30 de dez. de 2014
20 de dez. de 2014
MEUS NATAIS
sempre iguais,
atitudes formais,
alegrias irreais,
desejos surreais...
Natais
de abraços apertados,
presentes trocados,
ais suspirados,
corações separados...
Natais
sombrios,
vazios,
frios,
só os olhos quentes
de lágrimas...
Natais
sem você...
Suely Ribella ©
10 de dez. de 2014
O MOUSE

O mouse me obedece...
Em movimentos calmos
e lentos,
olhos fixos no monitor,
alheia ao mundo,
vou contornando teu rosto,
teus olhos, tua boca...
e fico assim distraída,
em pensamentos
quase reais...
e o cursor vai deslizando,
quase entorpecido
tanto quanto eu,
em carinhos
e carícias imagináveis...
Não tenho pressa...
Eu nunca tenho pressa
quando estou contigo...
e lentos,
olhos fixos no monitor,
alheia ao mundo,
vou contornando teu rosto,
teus olhos, tua boca...
e fico assim distraída,
em pensamentos
quase reais...
e o cursor vai deslizando,
quase entorpecido
tanto quanto eu,
em carinhos
e carícias imagináveis...
Não tenho pressa...
Eu nunca tenho pressa
quando estou contigo...
Suely Ribella ©
30 de nov. de 2014
DOCE...
20 de nov. de 2014
ESSA BOCA
10 de nov. de 2014
NEM TUDO SÃO FLORES
30 de out. de 2014
O BEIJA-FLOR

Um beija-flor
pousou na minha janela
e ali ficou, sem notar
que eu o observava...
Estaria ele esperando
que eu me aproximasse?!
Quem sabe tivesse
algo a me dizer...
Ou, se eu chegasse pertinho,
ele se assustaria?!
Não vou saber... ele se foi...
nem ele saberá
que alegrou a minha manhã
e me fez pensar... em ti...
O que faço com contigo?!
Fico te olhando de longe,
ou me aproximo?!
Se eu chegar pertinho,
teus braços me abrirás?!
teu coração me entregarás?!
ou... fugirás?!
Suely Ribella ©
pousou na minha janela
e ali ficou, sem notar
que eu o observava...
Estaria ele esperando
que eu me aproximasse?!
Quem sabe tivesse
algo a me dizer...
Ou, se eu chegasse pertinho,
ele se assustaria?!
Não vou saber... ele se foi...
nem ele saberá
que alegrou a minha manhã
e me fez pensar... em ti...
O que faço com contigo?!
Fico te olhando de longe,
ou me aproximo?!
Se eu chegar pertinho,
teus braços me abrirás?!
teu coração me entregarás?!
ou... fugirás?!
Suely Ribella ©
20 de out. de 2014
LOUCA, EU?!
Se me interessa, de cega me faço,
o sofrimento é uma opção de vida,
se for preciso, ensurdeço também,
me chamem louca, chamo-me feliz.
Sobram motivos se eu quiser sofrer,
quero enxergar o lado bom da vida,
eu quero rir, brincar, dizer tolices,
me chamem louca, chamo-me feliz.
Namoro a vida e quando ela me trai,
brigo depressa, logo ela me entende,
faço o que quero, sou dona de mim.
Ninguém no mundo tem autoridade
pra me dizer o que é errado ou certo,
me chamem louca, chamo-me feliz.
Suely Ribella ©
o sofrimento é uma opção de vida,
se for preciso, ensurdeço também,
me chamem louca, chamo-me feliz.
Sobram motivos se eu quiser sofrer,
quero enxergar o lado bom da vida,
eu quero rir, brincar, dizer tolices,
me chamem louca, chamo-me feliz.
Namoro a vida e quando ela me trai,
brigo depressa, logo ela me entende,
faço o que quero, sou dona de mim.
Ninguém no mundo tem autoridade
pra me dizer o que é errado ou certo,
me chamem louca, chamo-me feliz.
Suely Ribella ©
10 de out. de 2014
PARTIR
as amarras,
livrar
do cativeiro,
partir
sem adeus,
sem nada,
alforriando
a alma
apaixonada,
partir...
Suely Ribella ©
30 de set. de 2014
OLHA!
Não posso gritar
ao mundo teu nome
e o quanto te amo...
Mas, posso falar
ao mundo, em versos,
do meu amor por ti...
E sussurrar, só pra ti...
Dio, come ti amo, .........!
Suely Ribella ©
ao mundo teu nome
e o quanto te amo...
Mas, posso falar
ao mundo, em versos,
do meu amor por ti...
E sussurrar, só pra ti...
Dio, come ti amo, .........!
Suely Ribella ©
20 de set. de 2014
ARTES
10 de set. de 2014
TUDO

Esse teu jeito de me olhar,
esses olhos brilhando,
esse sorriso se abrindo,
esse corpo se movimentando...
Essa proximidade,
essa respiração, esse perfume,
essas mãos... essa boca...
Entonteço, enlouqueço,
tudo esqueço,
não sei mais quem sou,
não sei onde estou...
Cadê o chão?... Fugiu...
Cadê o tempo?... Sumiu...
Cadê o espaço?... Pra que?
Tu estás aqui... Pra que mais?
Tu és tudo que eu quero,
Tu és tudo que eu preciso...
Suely Ribella ©
30 de ago. de 2014
VIAJANDO

Viajando mundos,
galáxias, planetas...
Viajando profundo,
pro fundo de mim...
Viajando pensando,
tentando entender...
Viajando sonhando,
tentando esquecer...
Viajando profundo
pra dentro de mim...
Viajando profundo
pra longe de ti...
Viajando viajando,
querendo viver...
Viajando, viajando,
profundo, pro fundo,
até me encontrar,
até ser feliz...
Suely Ribella ©
Viajando profundo,
pro fundo de mim...
Viajando pensando,
tentando entender...
Viajando sonhando,
tentando esquecer...
Viajando profundo
pra dentro de mim...
Viajando profundo
pra longe de ti...
Viajando viajando,
querendo viver...
Viajando, viajando,
profundo, pro fundo,
até me encontrar,
até ser feliz...
Suely Ribella ©
20 de ago. de 2014
INVASOR
10 de ago. de 2014
PRECISO-TE
Eu preciso dos teus braços
para o meu corpo envolver,
quero teus beijos devassos,
e em teu corpo me perder.
para o meu corpo envolver,
quero teus beijos devassos,
e em teu corpo me perder.
Suely Ribella ©
30 de jul. de 2014
ÀS VEZES
Às vezes, nos agredimos
para não transgredir
regras, leis, impostas
por pessoas que não sabem
nada do amor...
Às vezes, nos machucamos
para não ferir
pessoas, que nos pisariam
sem a menor cerimônia...
Às vezes, nos anulamos,
sem perceber,
e damos espaço
a quem não merece...
Às vezes, esquecemos
de nós mesmos,
mas sempre lembramos
de quem não devemos lembrar...
Às vezes, sofremos
porque ignoramos
a voz da razão, e deixamos
que o coração nos guie.
Suely Ribella ©
para não transgredir
regras, leis, impostas
por pessoas que não sabem
nada do amor...
Às vezes, nos machucamos
para não ferir
pessoas, que nos pisariam
sem a menor cerimônia...
Às vezes, nos anulamos,
sem perceber,
e damos espaço
a quem não merece...
Às vezes, esquecemos
de nós mesmos,
mas sempre lembramos
de quem não devemos lembrar...
Às vezes, sofremos
porque ignoramos
a voz da razão, e deixamos
que o coração nos guie.
Suely Ribella ©
20 de jul. de 2014
INQUIETO
Teus olhos me procuram,
tuas mãos se inquietam,
tua boca quer meus beijos,
teu corpo arde de desejos,
teu pensamento ligeiro
percorre meu corpo inteiro...
Suely Ribella ©
tuas mãos se inquietam,
tua boca quer meus beijos,
teu corpo arde de desejos,
teu pensamento ligeiro
percorre meu corpo inteiro...
Suely Ribella ©
10 de jul. de 2014
PIOVE

Essa chuva
fina e insistente,
esse vento
sacudindo as janelas,
esse ar frio...
essa música tocando...
Tudo conspira
e convida
a um chocolate quente,
um bom filme,
um édredon macio...
E nós dois...
Nós dois,
que aos poucos
vamos esquentando,
das roupas nos livrando...
O filme,
a gente assiste depois...
Suely Ribella ©
30 de jun. de 2014
NA MINHA SOLIDÃO...
Na minha solidão, te sonho...
e sozinha com os meus pensamentos,
vou ao teu encontro...
Na solidão desses encontros,
busco forças,
e continuo vivendo falsamente,
sonhando em delírios,
poetando o amor que te dedico,
a adoração que te devoto,
o descontrole dos meus sentimentos,
a loucura ora evidente, ora disfarçada,
que mora em mim,
como se existisses,
como se... de verdade fosses...
Na minha solidão,
num instante mínimo de lucidez,
sou capaz de odiar.
Odeio-me... por te amar tanto.
Suely Ribella ©
e sozinha com os meus pensamentos,
vou ao teu encontro...
Na solidão desses encontros,
busco forças,
e continuo vivendo falsamente,
sonhando em delírios,
poetando o amor que te dedico,
a adoração que te devoto,
o descontrole dos meus sentimentos,
a loucura ora evidente, ora disfarçada,
que mora em mim,
como se existisses,
como se... de verdade fosses...
Na minha solidão,
num instante mínimo de lucidez,
sou capaz de odiar.
Odeio-me... por te amar tanto.
Suely Ribella ©
20 de jun. de 2014
UMA CERTEZA

Tenho uns dias de estar bem,
estar contente,
dias de cantar,
sorrir e suspirar...
Tenho outros dias
de uma angústia inexplicável,
dias de estar triste
e de chorar...
E nessa insatisfação
que me aflige,
nesse humor,
por vezes, tão instável,
encontro uma certeza,
a única talvez:
a de te amar e te querer,
meu doce amor,
desde que te vi
pela primeira vez...
estar contente,
dias de cantar,
sorrir e suspirar...
Tenho outros dias
de uma angústia inexplicável,
dias de estar triste
e de chorar...
E nessa insatisfação
que me aflige,
nesse humor,
por vezes, tão instável,
encontro uma certeza,
a única talvez:
a de te amar e te querer,
meu doce amor,
desde que te vi
pela primeira vez...
Suely Ribella ©
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